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terça-feira, 8 de março de 2016

FILME: PODEROSA AFRODITE - 1995



Direção: Woody Allen - 1995
Duração: 94 min
Título Original: Mighty Aphrodite
País de Origem: Estados Unidos

Após um casal, Lenny (Woody Allen) e Amanda (Helena Bonham Carter) adotarem um menino, o pai adotivo resolve saber quem é a mãe biológica do menino. Após algumas peripécias e persistência ele descobre que se trata de uma prostituta chamada Linda (Mira Sorvino) também conhecida pelo seu nome artístico em filmes pornos por Judy Cum. Após conhecer a mãe de seu filho adotivo ele resolve aconselha-la a mudar de vida. Linda não sabe quem é o pai de seu filho e sequer imagina que está diante do pai adotivo dele. 

Tudo começa num restaurante onde dois casais, sendo que um deles aguarda um filho, e o outro é Lenny e Amanda discutem sobre filhos, adoções, parricídio, pais. Paralelamente veremos no decorrer do filme um Coro, nos remetendo à Grécia e seus coros nas tragédias. Na verdade Woody allen traz para este filme as tragédias de Medeia e de Édipo, trazendo-as para o mundo atual. Lenny não quer ter filhos e muito menos adotar um pois teme que seu sangue seja ruim e ele se volte contra ele. 

O Coro nos fala então sobre as tragédias de Medeia, que matou seus filhos, de Édipo que matou o pai e de como todos são vítimas do desejo proibido. Quando Lenny parte em busca da mãe de seu filho, equipara-se a Édipo que busca o assassino de seu pai, e o coro o alerta. "Ó maldito destino. Certas ideias é melhor não tê-las". 

O Filme nos fala das relações incestuosas, da violação da lei, do destino, do desejo, a culpa, o adultério. Vale a pena assistir e o final é ótimo. 

Woody Allen 

sábado, 2 de janeiro de 2016

CINEASTAS: WOODY ALLEN



Allan Stewart Königsberg - conhecido como Woody Allen nasceu em Nova Iorque em 01 de dezembro de 1935. É cineasta, roteirista, escritor, ator e músico.

FILMOGRAFIA:

- O que é que há, gatinha? - 1965
- O que há, tigresa? - 1966
- Cassino Royale - 1967
- Quase um sequestro. - 1969
- Um assaltante bem trapalhão - 1969
- Bananas - 1971
- Sonhos de um sedutor - 1972
- Tudo o que você sempre quis saber sobre sexo mas tinha medo de perguntar- 1972
- O Dorminhoco - 1973
- A última noite de Boris Grushenko - 1975
- Testa de ferro por acaso - 1976
- Noivo Neurótico, Noiva Nervosa - 1977
- Interiores - 1978
- Manhattan - 1979
- Memórias - 1980
- Sonhos eróticos numa noite de verão - 1982
- Zelig - 1983 - postado no blog.
- Broadway Danny Rose - 1984
- A Rosa púrpura do Cairo - 1985
- Hannah e suas irmãs - 1986
- Setembro - 1987
- Rei Lear - 1987
- A Era do rádio - 1987
- A outra - 1988 - postado no blog.
- Contos de Nova Iorque - 1989
- Crimes e Pecados - 1990
- Simplesmente Alice - 1990
- Cenas de um Shopping - 1991
- Neblina e Sombras - 1991
- Maridos e esposas - 1992
- Um misterioso assassinato em Manhattan - 1993
- Tiros na Broadway - 1994
- Poderosa Afrodite - 1995
- Todos dizem eu te amo - 1996
- Desconstruindo Harry - 1997
- Celebridades - 1998
- FormiguinhaZ - 1998
- Poucas e boas - 1999
- Trapaceiros - 2000
- O escorpião de jade - 2001
- Dirigindo no escuro - 2002
- Igual a tudo na vida - 2003
- Melinda e Melinda - 2004
- Ponto final - Match Point - 2005
- Scoop - o grande furo - 2006
- O sonho de Cassandra - 2007
- Vicky Cristina Barcelona - 2008 - postado no blog
- Tudo pode dar certo - 2009
- Você vai conhecer o homem dos seus sonhos - 2010
- Meia Noite em Paris - 2011 - postado no blog
- Para Roma com amor - 2012
- Blue Jasmine - 2013 - postado no blog
- Amante a domicílio - 2013
- Magia ao luar - 2014
- O homem irracional - 2015 - postado no blog.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

FILME: O HOMEM IRRACIONAL - 2015


Direção: Woody Allen - 2015
Duração: 94 min
Título Original: Irrational Man
País de Origem: Estados Unidos

Vou comentar o filme, mas irei retornar à ele.

Um professor de filosofia Abe Lucas (Joaquin Phoenix) vive uma crise existencial, não encontra nenhum sentido para sua vida, sofre de impotência sexual, acha tudo sem graça, é um pessimista e considera até mesmo a filosofia um monte de palavras que não serve para nada. Ele chega para ser o novo professor em uma pequena cidade dos Estados Unidos. 

Jill (Emma Stone) é sua aluna e se encanta com ele, fica fascinada pelo seu intelecto. A professora Rita (Parker Posey) também se interessa apesar de casada, vê nele a possibilidade de uma nova vida em outro lugar, de preferência na Espanha. 

Será num encontro com Jill em uma lanchonete que atraídos pela conversa da mesa ao lado, Abe irá encontrar algo que dê sentido a sua vida. Compreende que é pelo ato que irá atingir uma completude, ora, nada mais existencialista. Ele mesmo cita durante o filme Kierkegaard, Kant, Heidegger, Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir. 

Abe planeja o assassinato do juiz que é o obstáculo a uma mulher para ficar com seu filho diante de uma separação conjugal. Ele irá chamar isto de "ato existencial", acredita que isto deixará o mundo melhor, mas quem imediatamente fica melhor é ele mesmo que volta a ter gosto pela vida e recupera sua potência sexual. Mas não existe crime perfeito como ele acredita. Jill desconfiará e o colocará diante da moral e da ética. Novamente vemos termos existencialistas atuarem, será o acaso, a contingência que determinará o final do filme. 

O irracional que se manifesta em um homem que lida com a razão, acredita nela. Desta vez Woody Allen que gosta muito da psicanálise parte para a filosofia existencial neste filme. 

Woody Allen 

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

FILME: VICKY CRISTINA BARCELONA - 2008


Direção: Woody Allen - 2008
Duração: 96 min

Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson) são duas amigas íntimas americanas que viajam para Barcelona para passar três meses de férias em casa de amigos de Vicky. Apesar do forte elo de amizade elas tem visões opostas sobre a vida e o amor. Vicky estuda a cultura catalã para seu mestrado e Cristina busca algo na vida, ela só sabe o que não quer. Enquanto Vicky está prestes a se casar, Cristina busca o amor e acaba de rodar um curta sobre como é difícil definir o amor. 

Numa exposição de pintura elas avistam o pintor Juan Antonio (Javier Barden) e Cristina o acha interessante. Logo ficam sabendo que ele acaba se se separar de sua mulher Maria Elena (Penélope Cruz) de forma meio violenta, ela tentou matá-lo. Mais tarde reencontram o pintor num restaurante que as convida para um fim de semana em Oviedo. Cristina se empolga de imediato, mas Vicky tenta ser racional, principalmente depois que ele inclui no convite fazer amor, mas acaba indo. A partir deste momento muitas coisas acontecerão que irão mudar estas férias e farão as duas pensar muito sobre a vida e sobre o que desejam. 

Vemos várias pessoas que tem uma vida boa, com possibilidades de viagens, prazeres, luxo, belas casas, decorações bonitas, lugares belíssimos, e ainda assim a cada uma delas falta algo. Também percebemos a questão da sexualidade, o convite inicial do pintor que inclui sexo com as duas, a amiga de Vicky que tem um amante, mas tem medo de se separar, o pai de Juan Antonio que confessa que ainda tem sonhos eróticos com a ex-mulher do filho, e por aí vai. 

Fica notório a diferença entre a América e a Espanha, e nos parece bem mais saboroso, mais quente, mais viva a Espanha, pelo menos foi o que eu senti, uma vez que entre uma vida cheia de normas, enquadrada, com casas bonitas com quadras de tênis, computadores, tecnologia e uma vida com a música que toca o corpo, vinho, belezas naturais, pintura, e casas diga-se de passagem, maravilhosas, as ruas alegres e coloridas, é claro que o filme nos passa uma Espanha bem mais colorida do que a América. Mas mesmo assim as pessoas que ali vivem estão em busca de algo que Vicky descobre também sentir. 

No fundo o que eles não sabem é viver com a falta, e isto aparece quando Maria Elena diz que ama Juan Antonio e esta a ela, mas não conseguem viver juntos porque falta algo para o equilíbrio do amor e considera Cristina como este algo. Tamponando a falta tudo funciona. Será? será que Cristina conseguirá ser a falta do outro? e ela mesma? suas faltas? 

Juan Antonio não consegue lidar com a perda, de certa maneira ele está enroscado na relação neurótica com Maria Elena, ela é impulsiva, passa ao ato de imediato, não consegue parar para pensar ou analisar algo,e ele se considera o elo entre ela e o real. Mas sem ela quem se perde é ele, precisa de alguém com ele. 

Um filme muito bom, que propõe muitas interpretações, a cada um sua maneira de ver o filme e o compreender e sentir. 

Woody Allen 

BELÍSSIMA TRILHA SONORA 


Giulia y los Tellarini - Barcelona

Paco de Lucia - Entre dos aguas

Juan Serrano - Entre Olas

Juan Serrano - Gorrion

Juan Quesada - Asturias 

sábado, 26 de julho de 2014

FILME: BLUE JASMINE - 2013


Direção: Woody Allen - 2013 
Duração: 98 min 

Jasmine (Cate Blanchett) era casada com um milionário, Hal (Alec Baldwin) e vivia num mundo cor de rosa, tinha tudo que queria, era mimada pelo marido, nunca olhava para o que não queria ver como as escapadas do marido com outras mulheres ou os negócios dele, assinando papéis sem nunca se preocupar com nada, até o dia que Hal se apaixona por outra mulher e quer se separar dela. Seu mundo cai, e na incapacidade de enfrentar a realidade e sair de seu mundo imaginário onde tudo é perfeito, ela tem uma crise de raiva e liga para o FBI e entrega o marido que é preso e se suicida na prisão. O Estado lhe toma todos seus bens e dinheiro. Sem nada, ela procura sua irmã Ginger (Sally Hawkins) que é seu oposto, é funcionária de um supermercado, tem dois filhos e leva uma vida simples ao lado de seu novo namorado com quem pretende morar junto.

Jasmine acha tudo deplorável, acha que a irmã é um fracassada, que nunca procurou um homem decente e que tivesse sucesso, critica seu namorado, criticava seu ex-marido. Ela sempre fala sozinha, no avião indo para São Francisco onde mora Ginger, na rua, não se dirige a ninguém, não há outro. Mas parece que algo se modifica e ela tenta mudar sua vida, acaba aceitando trabalhar como recepcionista de um dentista, faz um curso de informática e quer ser uma design de interiores, mas para isto precisa fazer o curso online. Apesar de que novamente ela desejava voltar ao seu mundo anterior, não conseguindo se separar dele.

Até o momento em que conhece Dwight (Peter Sarsgaard) numa festa. Ele é um diplomata e que está viúvo, ele acaba de comprar uma casa e a convida para decorá-la. Os dois começam uma relação, mas Jasmine mente, diz que ficou viúva de um médico, que não tem filhos, esquecendo do enteado, e já se diz formada em decoração. Ele a pede em casamento o que ela aceita. Nesta mesma festa Ginger também conhece um homem e influenciada pelas opiniões da irmã ela acaba se envolvendo com ele, e deixa o namorado, até descobrir que ele é casado.

Dwight leva Jasmine para escolher o anel de noivado e neste dia encontram na rua o ex-marido de Ginger, que magoado e ressentido com o Hal que o fez perder o único dinheiro que teve na vida acaba falando de tudo isto na frente de Dwight que desiste de se casar pois perde a confiança nela. Ginger por seu lado percebe que prefere sua realidade, seu mundo, aquele onde é possível para ela viver e volta com seu namorado. Jasmine não consegue enfrentar a vida, crescer, e aceitar a realidade, e sozinha volta a andar pela rua e falar para ninguém.

Jasmine negava sua realidade, mesmo a de rica, onde não via as traições do marido, as armações e a desonestidade dele, se esconde atrás de ações humanitárias, de ajuda aos pobres, mas no momento em que perde o marido que representa esta proteção ela se vinga dele, de tirá-la da alienação e jogá-la na vida, entregando-o ao FBI. Por um momento parece que vai conseguir construir uma vida para si mesma, mas logo cai na mesma situação com outro homem, mas acaba perdendo este também. Ela não consegue aceitar que não é mais rica, que não está protegida pelo dinheiro e pela posição social. Vive num mundo irreal, onde pensa que estaria protegida e não consegue se confrontar a si mesma, ela prefere então outra alienação, indo para a insanidade.

Woody Allen 

domingo, 23 de fevereiro de 2014

FILME: MEIA NOITE EM PARIS - 2011



Direção: Woody Allen - 2011 
Duração: 100 min
Título original: Midnight in Paris 
Roteiro: Woody Allen 
País: Estados Unidos 

Gil (Owen Wilson) é um americano que escreve roteiros para Hollywood que vai para Paris com sua noiva Inez e os pais dela. Ele está encantado, sempre idolatrou os escritores e a vida intelectual, e nada melhor que a capital francesa para isto, onde a maioria deles viveu ou passou uma temporada por lá.
O casal não está muito de acordo com suas preferências e estilo de vida. Inez (Rachel McAdams) deseja uma vida prática,com luxo e conforto em Malibu nos Estados Unidos, ele sonha em escrever um livro e viver em Paris onde pode se inspirar nos grandes escritores.



Quando desejamos muito algo teríamos a capacidade de transformar isto em realidade? O caso é que Gil ao caminhar sozinho por Paris regressará no tempo e irá conhecer estes grandes escritores em sua época e se apaixonará por uma moça do passado, Adriana (Marion Cotillard), e isto mudará sua vida levando-o a repensar em tudo que tem feito e o que realmente deseja para sua vida.



Para Inez e seus amigos americanos tudo isto é incompreensível, eles não conseguem ver a beleza de Paris e sua arte e literatura, já Gil fica encantado e desejaria ter vivido ali em outras épocas. A  insatisfação que temos com o presente e o desejo de ter vivido em outras épocas.

Este mergulho na imaginação e fantasia da Paris até os anos 20 é também um mergulho em si mesmo, daquilo que ele realmente deseja, mas com muita descontração e até mesmo comédia. Um filme gostoso de assistir, mas que ao mesmo tempo nos faz refletir sobre nossos anseios e o que estamos fazendo com nossa vida.


Woody Allen nasceu em 1935 no Bronx, Nova Iorque, EUA. 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

FILME: A OUTRA - 1988


Direção: Woody Allen - 1988
Duração: 84 min 
Título Original: Another Woman 
País: Estados Unidos

Uma mulher, a crise dos 50 anos. Ela é casada, filosofa, escritora e muito segura de si. Para escrever precisa de silêncio e por isto aluga uma sala que tem por vizinho um psicanalista. Pelo sistema de calefação é possível ouvir tudo que se diz nesta outra sala. Uma das pacientes Hope (Mia Farrow)  fala de sua vida e insatisfação com seu casamento e isto chama a atenção de Marion (Gena Rowlands).

Ao ouvir o relato de Hope, ela passa a repensar sua vida, avalia sua relação com seu marido, ambos em seu segundo casamento. Ela recorda que havia um outro homem apaixonado por ela que acabou rejeitando. Em uma festa um casal comenta que foram surpreendidos pelo zelador do prédio que tem a chave mestra fazendo amor no chão da sala. Ela pensa em sua vida sexual, questiona o marido.

Todos a admiram, sua inteligência, sua postura, mas ela descobre que não é bem assim, que muitos a odeiam e tem mágoas.

Reencontra sua amiga de infância com o marido e vão a um bar, após um tempo o papo entre ela e o marido corre solto, a amiga dá um basta e a acusa de seduzir, não conscientemente talvez, mas ela tem que seduzir e a amiga se sente um lixo, posta de lado. Seu irmão que teve que trabalhar para que ela estudasse. Sua apreciação negativa sobre o livro que ele escreveu, sempre se colocando acima e olhando os outros, avaliando e julgando.

Vai visitar o pai, sua mãe faleceu faz pouco tempo. Ele se desfaz de tudo que era da morta, não quer lembranças. A enteada de Marion pergunta se ele pensa que pode se apaixonar de novo. Ela fica chocada, diz que não foi de bom tom, imagine, na idade dele.

Finalmente resolve seguir a paciente depois que a encontra por acaso na rua, acabam almoçando juntas, conversam e depois quando retorna a sua sala para escrever ela escuta Hope a descrevendo para seu analista.

Hora de mudar tudo!

O filme revela duas coisas: as máscaras que usamos para não nos ver frente a frente com nossos medos, sentimentos, desejos e o que isto produz nos outros.

Recomendo!

Woody Allen 

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

FILME: ZELIG - 1983



Direção: Woody Allen, 1983
Duração: 79 min 
Roteiro: Woody Allen 
País: Estados Unidos 

Woody Allen nos apresenta um pseudo-documentário, onde aparecem inclusive personagens conhecidos como Susan Sontag, Saul Bellow entre outros para falar sobre a vida de Leonard Zelig, um homem-camaleão. É uma ficção, drama, sátira.

Um homem, Leonard Zelig, que com medo de não agradar aos outros transforma-se no outro feito um camaleão, acho até que é mais que isto, pois um camaleão se iguala ao meio ambiente para não ser encontrado, enquanto que Zelig quer ser amado pelo outro. 

Perde sua identidade, não sabe quem é, não tem opinião. Exatamente como a maioria das pessoas, que para pertencer, não ser excluído entra na roda e dança como todos. 
Depois, é o outro extremo, ele quer se afirmar e então só a opinião dele é que vale, é a verdade. Como a outra maioria das pessoas,  para se auto-afirmar, se sentir forte e poderoso. 

Num momento o povo o ama, no outro o odeia, conforme atenda ao que todos desejam, acham correto, é moral. Por ir contra a moral com o adultério, fraudes, passa a ser odiado. Com um feito que dá glória ao povo, atravessar o Atlântico em tempo recorde, volta a ser amado. 

Enquanto isto a mídia manipula, dando ênfase a coisas absurdas ou minímas. Como sempre faz. 

E o futuro é este, doutores, psiquiatras e pacientes. E ele se sente salvo pelo amor de uma mulher. É amado. 

Um retrato tragicômico do que somos! Todos nós queremos ser amados, mas também queremos ser autônomos, então viramos pequenos camaleões.


Assista ao trailer





Woody Allen nasceu em 1935 em Nova Iorque. É cineasta, roteirista, escritor, ator e músico. Foi indicado 23 vezes ao Oscar e ganhou três vezes o de melhor roteiro original e uma de melhor diretor.